Como fidelizar a relação médico-paciente nos dias de hoje?

Para Oftalmologistas

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A relação médico-paciente é um dos principais pilares para o sucesso de um profissional da medicina no decorrer de sua carreira. Por isso, entender como conquistar isso é tão importante para os médicos prestarem um atendimento mais humanizado.

Quando os pacientes confiam no médico, os tratamentos apresentam resultados mais satisfatórios. Além disso, por se sentir respeitado e até mesmo querido, o indivíduo tende a se fidelizar ao profissional, retornando para as suas consultas de rotina.

Dito isso, continue a leitura e descubra como ter uma boa relação médico-paciente.

Como ter uma boa relação médico-paciente?

A principal dica para conseguir ter uma boa relação médico-paciente é ter empatia, ou seja, se colocar no lugar de quem procura pelo atendimento.

Muitas vezes, o paciente pode ter vergonha de explicar alguma situação ou mostrar uma parte íntima do corpo, por exemplo. O médico precisa entender situações desse tipo e passar segurança para que a pessoa não se sinta intimidada.

É bastante comum que alguns pacientes sofram com a chamada síndrome do jaleco branco. Essas pessoas sentem medo de médicos e profissionais da saúde, de modo geral.

Elas pensam que o simples fato de fazer uma consulta de rotina pode resultar na descoberta de uma doença grave, por exemplo. Por isso, acaba que o profissional também precisa ser um pouco “psicólogo”, para lidar bem com essa situação e deixar o paciente confortável.

Por muitos anos as cores branco e verde-claro foram usadas como principais para pintar as paredes e decorar hospitais e consultórios médicos.

Estudos realizados por designers já concluíram que essa associação cultural fez com que muitas pessoas relacionassem tais cores ao medo, pelo fato de já terem vivenciado experiências de dor ou sofrimento nesses espaços.

De tal forma, convém melhorar o layout do consultório oftalmológico e apostar numa decoração mais agradável. As cores claras são as mais indicadas para estabelecimentos de saúde, mas não necessariamente apenas branco e verde.

A boa comunicação com o paciente desponta como uma das principais ferramentas de satisfação e fidelização. Logo, é preciso que você esteja atento a esse fator, otimizando ao máximo as interações com os destinatários dos serviços do consultório.

Nesse contexto, além do atendimento humanizado, é preciso estabelecer um vínculo comunicativo eficiente, privilegiando o entendimento de tudo que é importante para o paciente. Ou seja, é preciso ser claro e objetivo nas consultas, evitando termos e jargões técnicos da medicina e que podem gerar qualquer dúvida.

Assim, é preciso adaptar a linguagem, estar mais próximo do paciente e estar disposto a esclarecer qualquer ponto que ele não tenha entendido. Isso certamente reforça a confiança do usuário para com o consultório e cria um vínculo mais duradouro.

Os pacientes gostam de serem ouvidos e eles precisam encontrar no médico um bom ouvinte. O profissional de saúde precisa escutar e debater todas as queixas que forem apresentadas.

Evite interromper o paciente! Deixe que ele fale o que está sentindo e, apenas depois disso, faça as suas considerações, com base naquilo que ouviu. Isso evita que o indivíduo pense que você está tomando decisões precipitadas ou que está com pressa em atendê-lo.

E por último, mas não menos importante: tenha foco! Desde o início de sua carreira trace um plano objetivo de trabalho, que tipo de especialidade e público você quer atender, em que local, com plano de saúde, hospital público ou de forma particular.

Isso evita que o médico se perca no meio do caminho, e acabe ficando frustrado com sua carreira.

Ame o que você faz! O resto vem com o tempo!

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Professor associado de Oftalmologia na PUC-RJ, mestre em Oftalmologia pela UFF e preceptor do setor de Retina e Vítreo do Hospital da Gamboa-RJ. Especialista em Retina, Mácula e Vítreo, com reconhecimento por sociedades nacionais e internacionais.
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Professor associado de Oftalmologia na PUC-RJ, mestre em Oftalmologia pela UFF e preceptor do setor de Retina e Vítreo do Hospital da Gamboa-RJ. Especialista em Retina, Mácula e Vítreo, com reconhecimento por sociedades nacionais e internacionais.
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